Novidade na lista, Carleto quer vida nova no Tricolor  escrito em domingo 22 agosto 2010 05:02

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Recuperado de duas lesões, camisa 26 espera ter uma sequência no clube a partir de agora

O lateral-esquerdo Carleto chegou ao São Paulo neste ano como uma aposta no setor. Em sua apresentação, o garoto chorou ao vestir a camisa do Tricolor. Mas, apesar de empolgação, o camisa 26 sofreu duas lesões seguidas e não teve uma sequência na equipe são-paulina.

Porém, isso é passado. Totalmente recuperado, o Carleto foi a novidade na lista de relacionados para o duelo deste domingo à noite contra o Corinthians, no Pacaembu. Feliz com sua recuperação, o lateral espera ter vida nova no clube a partir de agora.

"Um momento de muita expectativa. Correu tudo bem na recuperação e é uma alegria saber que agora poderei ajudar o time. Fisicamente estou melhor do que antes. Se o Baresi precisar de mim neste domingo estou pronto, com muita vontade", ressaltou o jogador.

Durante os treinamentos na semana, Carleto recebeu uma atenção especial do técnico Sérgio Baresi. O lateral foi o responsável pela bola parada da equipe reserva. Entre um cruzamento e outro, Baresi deu diversas orientações ao lateral, que não decepcionou nas batidas.

Na temporada, Carleto entrou em campo apenas uma vez. Ele foi titular na partida contra o Rio Branco, no Morumbi, dia 14 de março (foto). Na oportunidade, o São Paulo venceu por 2 a 1, em jogo válido pelo Campeonato Paulista desta temporada.

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Na caça ao Flu, Corinthians enfrenta o turbulento São Paulo  escrito em domingo 22 agosto 2010 04:34

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  • Crédito: Wagner Carmo/VIPCOMM
    "É o momento de trazer a torcida de novo para o nosso lado. Quebrar o tabu vai dar novos ares, não só dentro do São Paulo, mas também para o torcedor. Queremos voltar para a Libertadores no ano que vem e, por isso, precisamos dar importância ao Brasileiro", avisa o atacante Ricardo Oliveira.

    Com maioria de torcedores corintianos no Pacaembu, já que o Alvinegro é o mandante do Majestoso, o técnico Sérgio Baresi encara seu primeiro grande desafio no comando do São Paulo. Anunciado como interino, o profissional só se sustentará no cargo com bons resultados e um triunfo diante do arquirrival é tudo o que sonha o ex-zagueiro.

    "Estou muito centrado na possibilidade real de fazer um bom jogo contra o Corinthians e ter a chance de ganhar a partida", vislumbra o técnico, que não abdicará do ataque. "Vamos querer agredir o Corinthians de uma forma bem dinâmica".

    Para brecar o ímpeto do treinador adversário, Adilson Batista evoca a força da Fiel, que promete lotar o Pacaembu para impor mais um tropeço ao rival na temporada. Em 2010, o São Paulo venceu apenas um clássico e perdeu todos os outros seis que disputou.

    "Sempre existiu rivalidade, mas ela aumentou. Acho que o torcedor tem sido muito importante, ele passa uma energia muito grande nos momentos de dificuldade, parece que empurra o time até quando sofre o gol. Temos que saber tirar proveito disto", declara o alvinegro.


    Sergio Barzaghi/Gazeta Press
    Adilson prega humildade e ignora crise do rival

    Para o confronto, Adilson não conta com seus dois principais atacantes. Ronaldo ainda está fora de forma para defender o Corinthians, e Dentinho se recupera de uma lesão muscular na coxa direita. Dessa forma, deve escalar Jorge Henrique e Iarley na frente, repetindo o que fez na derrota para o Avaí. Há ainda a possibilidade de Souza ganhar espaço, para aumentar o poder de finalização.

    Sem outros desfalques, o técnico deve repetir a formação que jogou na Ressacada, na rodada passada, com Ralf, Elias e Jucilei formando um trio de volantes, e Bruno César sendo encarregado pela criação.

    Já no São Paulo, a principal dúvida foi desfeita na véspera da partida. Fernandão superou as dores na coxa direita e está liberado para o clássico, formando a dupla de frente com Ricardo Oliveira.

    E a zaga são-paulina chega reforçada ao clássico. Apesar de ainda não ter Alex Silva à disposição, já que o atleta se recupera de cirurgia, Baresi volta a escalar Miranda, que cumpriu suspensão na rodada passada. Xandão, recuperado de problema no tornozelo, assume a outra vaga.

    *Especial para a GazetaEsportiva.Net
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Jogadores do São Paulo rejeitam Eriksson  escrito em domingo 22 agosto 2010 04:33

Ricardo Oliveira e Miranda confiam em Baresi


  • Fotos: Gaspar Nóbrega/VIPCOMM | Alexandre Battibugli

    Tricolores rejeitam o sueco Eriksson pelo professor Baresi

    O nome do treinador sueco Sven-Goran Eriksson, ex-Costa do Marfim e Inglaterra, foi apontado no São Paulo pra substituir o recém-efetivado Sérgio Baresi. Entre os jogadores, a notícia é desconhecida e até rejeitada.

    “Não estou sabendo de nada. Nosso treinador hoje é o Baresi”, afirmou Miranda. Ricardo Oliveira defendeu o posto do jovem treinador: “Ele é um bom técnico. Foi uma baita surpresa para todos. No dia a dia ele mostra conhecimento da profissão, sabe explicar. O Brasil ainda tem bons técnicos a serem revelados”.

    Eriksson tem fluência na língua portuguesa, mas, para o superintendente de futebol do São Paulo, só isso não basta. “Na altura que estamos do Brasileirão, só falar português não conta. Tem que conhecer os times do Brasileiro”, disse Marco Aurélio Cunha.
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Eriksson seria o 11º gringo a treinar o São Paulo  escrito em domingo 22 agosto 2010 04:31

Dois europeus e oito sul-americanos já ocuparam o cargo


Foto: Sve Simon/Agif/Gazeta Press

Eriksson pode ser o 11º técnico estrangeiro à frente do Tricolor

O treinador sueco Sven Goran Eriksson, ex-Costa do Marfim e Inglaterra, foi cogitado no São Paulo. É um boato, mas, se a história se concretizasse, Eriksson seria o 11º gringo a treinar o time.

O primeiro foi o uruguaio Ramon Platero, em 1940. Conrado Ross (uruguaio) dirigiu a equipe até a sétima rodada do Paulista de 1943, mas caiu. Aí chegou o português Joreca pra garantir o título. Em 1953, o argentino Jim Lopes surgiu, saiu no ano seguinte e voltou em 1965. Em 1957, o lendário húngaro Bela Guttmann chefiou a conquista estadual. Ídolo na zaga, Armando Renganeschi, argentino, comandou o time em 1958.

Outro portenho, José Poy, foi um grande goleiro e dirigiu a equipe diversas vezes entre 1964 e 1982, tendo sido campeão paulista em 1975, vice nacional em 1971 e 1973, vice da Libertadores em 1974 e vice paulista em 1982.

Outros três ex-jogadores são-paulinos foram técnicos: os uruguaios Pablo Forlán, que caiu no Paulista em 1990, e Dario Pereyra, vice estadual em 1997, além do chileno Roberto Rojas, que conduziu o time de volta a Libertadores após dez anos em 2003.

Confira os dez estrangeiros que treinaram o São Paulo:

Ramon Platero
Uruguaio, em 1940

Conrado Ross
Uruguaio, em 1943

Joreca (Jorge Gomes de Lima)
Português, Campeão Paulista em 1943

Jim Lopes
Argentino, em 1953, 1954 e 1965

Bela Guttmann
Húngaro, Campeão Paulista em 1957

Armando Renganeschi
Argentino, em 1958

José Poy
Argentino, Campeão Paulista em 1975 (treinou várias vezes entre 1964 e 1982)

Pablo Forlán
Uruguaio, em 1990

Dario Pereyra
Uruguaio, em 1997

Roberto Rojas
Chileno, em 2003

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Reforços de maio, Bruno César e Fernandão fazem duelo dos artilheiros  escrito em domingo 22 agosto 2010 04:31


  • Há mais de três meses com as camisas de Corinthians e São Paulo, respectivamente, Bruno César e Fernandão disputam neste domingo o primeiro 'Majestoso'. Artilheiros de suas equipes no Campeonato Brasileiro, eles chegam ao clássico deste domingo, às 18h30, no Pacaembu, em fases opostas.



    Mesmo assim é o artilheiro do time tricolor no Brasileirão com quatro gols. Ele atribui sua recente queda ao mau momento que o clube atravessa depois da eliminação no torneio continental.

    “Sou muito coletivo. Não sou um jogador de pegar a bola, driblar três ou quatro caras e fazer um golaço. Sou mais coletivo, de fazer uma tabela, um passe”, observou o camisa 15.

    No único clássico que disputou no futebol paulista, Fernandão anotou o gol da vitória do São Paulo sobre o Palmeiras, no dia 26 de maio. Ele afirma ter historicamente um bom desempenho em duelos de muita rivalidade.

    “Clássico sempre é bom de jogar. Nos pontos corridos todas as partidas valem três pontos, mas para o clássico a preparação é diferente. Não em campo, mas mentalmente, e você faz isso inconscientemente. Tenho tido eficácia, e não sorte, nos jogos dessa grandeza”, ponderou o atleta de 32 anos.
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